terça-feira, 18 de março de 2014

Escalavrado – Serra dos Órgãos

Desde 2011, quando subi ao cume do Dedo de Deus, venho buscando ajustar o tempo, oportunidade e clima para subir ao cume do Escalavrado. E como se diz, que o que é muito planejado acaba não acontecendo, acordei e fui ao encontro do amigo de Teresópolis, Marcelo Savana, e após um breve papo, já estavamos acertados para o dia seguinte, aproveitando uma janela de tempo bom e estável.

O dia ideal, com céu limpo e sem névoa, reserva também alta temperatura e refração de calor na rocha. Começamos bem cedo. Carro estacionado no Restaurante Paraíso, descemos a pé os quase 2 kms até a entrada da trilha.  Às 7:15hs iniciamos a subida.

Mesmo com toda a experiência de muitos anos de montanhismo, aí vão algumas dicas que descobri utilidade depois da investida de hoje. Leve um par de calçados extra e um rolo de esparadrapo ou silvertape. Seu calçado de caminhada pode te deixar na mão, num piso de pedra bem quente. Só me restou rosnar, afinal era um Bullterrier (grgrgrrrhhh).

bull2

Considere para a subida do Escalavrado estar em boa forma física, com ênfase nos quadríceps das coxas. Eles serão muito exigidos na descida em razão da grande inclinação. Distância horizontal de 1,5km e vertical de 620 metros. No mais, aproveite a vista a cada bloco de pedra vencido.

Se estiver acompanhado de pessoas inexperientes, considere levar equipamento básico de escalada, para dar mais segurança nos lances verticais.

Cumprida a formalidade de assinar o livro do cume, colocar a câmera no tripé para a foto clássica.

As fotos num lugar como esse são únicas. Abaixo a vista da baía do Rio de Janeiro

O que dizer de panorâmicas da Serra dos Órgãos. Clique aqui e veja em alta.

Na foto acima, complexo do Dedo de Deus a esquerda e Lago Comary e Soberbo a direita.

Fica o agradecimento ao amigo Marcelo Savana pela companhia e disposição em me acompanhar. Às 11:30hs já estavamos de volta a base, pensando no pastel de carne e na cerveja bem gelada.

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sábado, 15 de março de 2014

Cabo Frio – Rio de Janeiro

saindo

Resumo da Viagem:

O objetivo principal desta viagem foi o de conhecer o tão bem falado Camping do Clube Militar de Cabo Frio. E já que estaríamos na região, fomos conhecer também o CCB de Arraial do Cabo.

Os posts específicos sobre os campings acima, estão nos links a seguir:

Camping do Clube Militar e CCB-05 – Arraial do Cabo.

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Entretanto, aproveitando uma semana com zero chances de chuva, e já na baixa temporada, voltamos à Praia do Forte e ao tradicional passeio de barco, desta vez com o neto Daniel a tiracolo.

As diversas tonalidades de azul da Praia do Forte escondem uma temperatura de água bem gelada. Afinal, o nome Cabo Frio tem suas origens em marés de águas muito frias vindas do sul.

Praia do Forte01

Praia do Forte02Praia do Forte03

Praia do Forte04Praia do Forte05

Praia do Forte06Praia do Forte07

Praia do Forte08

O tradicional passeio de barco de Cabo Frio, sai do Terminal Marítimo, atravessa o canal do Itajurú, canal da Moringa, Ilha do Japonês (quibe de peixe), Forte São Mateus, Praia Brava(nudismo), Praia das Conchas, Praia do Peró, Ilha do Papagaio (parada para banho), e Praia do Forte.

calopsita de piratabarco02

barco01BarcoBaiacu

agua geladaagua muito gelada

navegando

Não fossem as terríveis músicas baianas que cismam em povoar as discotecas destas escunas, eu daria nota 10 a este passeio. Se a sorte lhe trouxer mar calmo e vento suave, fica tudo  quase perfeito.

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