sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Muri – Vargem Alta – Nova Friburgo

Saindo para Muri

Resumo da Viagem:

Esta visita a Muri teve como objetivo principal conhecer o CCB de Muri, sempre muito bem citado pelos apreciadores do campismo. Mas como nunca ficamos limitados ao espaço do camping, aproveitamos para conhecer a localidade de Vargem Alta, considerado o segundo maior produtor de flores do Brasil, sendo superado apenas por Holambra em SP.

Como esperavamos, o CCB de Muri é especial, com muito verde, bem cuidado e administrado. Todas as facilidades operando normalmente. Como dedicamos um post específico (link acima) para o camping, vamos nos concentrar em falar do que vimos na região.

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brasão Muri Muri é um distrito de Nova Friburgo. Tornou-se o pólo gastronômico da cidade, com grande variedade de restaurantes típicos.

A grande variedade de cervejas, vinhos, queijos e a truta são os atrativos do local. Muri fica a meio caminho de Lumiar e São Pedro da Serra, distritos de vocação turística, com muitas cachoeiras e áreas perfeitas para montanhismo, canoagem, rafting, …

Após pegar algumas indicações, fomos atrás das flores de Vargem Alta, pertencente ao distrito de São Pedro da Serra. Após 9,5km (sentido Muri-Lumiar), vemos a única placa que faz menção a Vargem Alta. É uma saída a esquerda que, se não estiver atento, pode perder. No fim do post estão as coordenadas marcadas para o GPS.

Passados os primeiros 4,5kmns, já se avistam os grandes galpões estufa, com uma varidade muito intensa de flores.

Podemos ficar postando fotos indefinidamente, tantas são as varidades, e sempre em larga escala de produção, destinada aos mercados do Rio. Procuramos fazer contato com algum produtor. Seguimos a placa do Horto Heringer e lá conhecemos a dona Zenilda, proprietária de uma pequena área produtora.

Conhecemos então a flor de nome Astromélia, muito usada na produção de buquês para noivas.

buque

Continuando a visita, fizemos o nosso shopping de flores e plantas decorativas, contando com a atenção, explicações e orientações de D. Zenilda.

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Seguindo algumas sugestões, seguimos as orientações e placas para chegar ao Circuito das Cachoeiras. Lugar de acesso difícil, mas não desista. Lugares assim demandam alguma teimosia para chegar. Coordenadas no fim do post.

Lá encontramos um grupo de amigos churrascando neste paraíso, aproveitando a estrutura do Bar e Maloca do Sossego, no local a mais de 10 anos.

Aproveitamos a cerveja gelada e a beleza do lugar.

bambuNa volta para o camping em Muri, paramos para mais um shopping no Atelier Bambu Rio, projeto sócio ambiental mantido por Marcus Santa Rita, artesão há 36 anos. Com o enfoque na produção de móveis e artigos decorativos a base de bambu, encontramos finalmente a calha de chuva de bambu gigante, que faz muito tempo vínhamos procurando. Sua página no facebook é Atelier Bambu Rio.

Faltava ainda resolver o que teríamos para o almoço. Solução encontrada no Trutas Vale do Ypê. Compramos alguns filés de truta e retornamos ao camping para aproveitar o resto do dia, lembrando que a sauna seca beirando os 90 graus e a ducha de cachoeira num tubo de 100mm eram um convite irrecusável.

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Para obter as coordenadas geográficas dos principais pontos da viagem, clique aqui para o download do arquivo.kmz (google earth)

O álbum com todas as fotos da viagem veja aqui no Picasa.

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Se você deseja viajar longe e rápido, viaje leve. Deixe pra trás todas suas invejas, ciúmes, incapacidade de perdoar, egoísmo, e medos.
Glenn Clark

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Documentação para viajar de carro pelo Mercosul e Chile

Publicado pelo AltaMontanha.com a mais perfeita e completa compilação sobre este intrigante, misterioso e problemático desejo nosso de cada ano.

mapamercosul Viajar com seu próprio veículo é bastante vantajoso devido à liberdade de locomoção, conforto e segurança. Se você for ainda dividir as despesas com amigos, viajar de carro acaba sendo também a alternativa mais barata e divertida de se conhecer outros lugares.

Clique aqui para ler a íntegra do artigo

Pedro Hauck, assíduo na prática de rodar por nossos países vizinhos, detalhou sobre documentos necessários, legalização de veículos, seguro carta verde, carteira internacional, combustível, pedágios, corrupção policial, problemas com bagagem, regras de trânsito, …

Nós colecionamos livros e relatos de viajantes, anotando suas experiências vividas nas aduanas e viagens pelo nosso continente. São coletas de informação que, algumas vezes, colidem entre si. Contudo, este trabalho está muito conciso e esclarecedor.

Valeu Pedro. Valeu AltaMontanha. Obrigado pelas dicas.

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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Serrinha do Alambari – Itatiaia - RJ

partida

Resumo da Viagem:

Partimos de Teresópolis com destino ao Camping Clube da Serrinha – RJ. Após atingir a Via Dutra, saímos na direção de Penedo e daí, em direção a Visconde de Mauá. Após 5 kms, sair a esquerda com destino a Serrinha. Logo após passar o portal, inicia a estrada de terra de aproximadamente 6kms, que leva até ao camping. Para saber mais detalhes do camping e da estrada de acesso, veja o post especifico sobre este assunto. Clique aqui.

Este camping tem características únicas, que merecem novas visitas a qualquer tempo.

Nossa viagem previa muitas trilhas e cachoeiras para visitação. E assim foi.

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acesso Portal

Rodamos os 260 kms entre Teresópolis e Penedo sempre em estradas boas, sem qualquer dificuldade a considerar. Já os últimos 6 kms de terra até o camping, embaixo de chuva leve, foram cansativos e bem lentos.

Praça01 Praça02

Serrinha é um lugarejo com poucos recursos, mas com uma incrível riqueza natural. Se resume a uma pracinha com igreja, escola, biblioteca, bar e pizzaria e algumas casas. As propriedades rurais e suas belezas são o ponto forte. É considerada Área de Proteção Ambiental Municipal desde 1991.

Portaria instalados

Chegamos ao camping e fomos recebidos pelo guarda camping Silvinho, que nos acomodou rapidamente num grande platô, em frente ao pavilhão principal, com todos os recursos necessários. A previsão apontava para melhoria gradual do tempo. Iniciamos então a programação de nossas caminhadas.

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No dia seguinte decidimos explorar as trilhas no interior do camping, que margeam o Rio Santo Antônio e o Rio Alambari. A amplitude dos espaços e o cuidado dedicado aos atrativos natuais é ponto a se destacar.

placas

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Na ordem, trilha, poço dourado, poço das esmeraldas e confluência dos rios. Muita água, muito verde, pássaros, alguns macacos e amplidão. Os espaços são sempre muito generosos.

alameda

A seguir um pequeno filme com o ambiente das trilhas, rios e cachoeiras.

O almoço no restaurante do camping também nos surpreendeu. Um self service completo, com muitas saladas + carne, ave e peixe. Ao preço de (hoje) R$ 26,50 o quilo. O cuidado do Sr Ney e da Geni também fazem a diferença. A cerveja na temperatura ideal completou o quadro.

restaurante cerveja

De noite hora de estréia do novo fogão da Nautika. Friozinho, vinho e calzone ao gosto.

Noite calzone

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Noite super tranquila e amanhecer cheio de visitantes inesperados e muita vida. Inúmeros pássaros, cada um dentro de seu espaço de tempo, povoaram nossa estadia.

galo galinha

jacu sapo

Este dia foi reservado para as trilhas externas. Objetivos eram os Poço do Céu e o Poço do Dinossauro. Depois visita ao Trutário e a Pedra Sonora. Guiados pelo Gustavo, guia treinado em condução ambiental, seguimos de carro até a base das vias. De lá, seguimos por trilha leve, que aos poucos se transformou em média, com bons declives, que serão aclives na volta. Ainda muito molhada, exigou bastante cuidado. Nosso primeiro atrativo foi o Poço do Céu, de fato muito especial. Promete muitos banhos em tempo de sol forte.

poço do céu01

poço do ceu 03 poço co ceu02

Mais adiante na trilha, margeando o leito do rio, chegamos ao Poço dos Dinossauros. Mais fechado que o anterior, possui um poço muito profundo.

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poço dos dinossauros01

Guia Gustavo

O guia Gustavo pode ser contratado através de contato com a portaria do camping. Não faça estas trilhas desacompanhado dos guias locais. Experiências anteriores provocaram o fechamento das trilhas pelos órgãos ambientais.

Abaixo um pequeno filme com o ambiente das trilhas e cachoeiras deste passeio.

Deixamos a trilha e de carro fomos conhecer a Pedra Sonora que, segundo a lenda, diz:

“aquele que bater na Pedra, provocando a emissão do seu som característico, se livra de acontecimentos trágicos pelo resto da sua vida. O mesmo não se pode dizer daqueles que riscam e depredam a Pedra Sonora.”

Pedra Sonora

Com a hora do almoço na esquina, fomos conhecer o trutário local, conhecido como Trutas da Serrinha. Servido pelas águas dos rios Alambari e Pirapitinga, este trutário cria a truta conhecida como Rainbow (arco-iris). Com o cardápio decidido, escolhemos 3 unidades para nosso deleite mais tarde.

trutario01 trutario02

Conforme combinado, o Sr. Dinarte havia acendido a sauna as 10hs. Já por volta das 14hs, a temperatura estava mais que adequada para enfrentar a ducha de cachoeira e o poção do Rio Alambari.

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sauna01

Depois de um dia intenso, liberamos o companheiro Fredy para um passeio, enquanto a truta e a casquinha de truta estavam sendo elaboradas pela Gleidys. Vida dura essa. hem?

Fredy02

Fredy casquinha

truta pronta

As noites e o céu, num lugar como este são únicos. A falta de iluminação artificial, aumenta o contraste do céu e revela um mar de estrelas inesperado. Estamos melhorando nosso equipamento fotográfico, para também registrar estes momentos.

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Com a impressão de que deveriamos ficar mais alguns dias, retornamos a Teresópolis logo cedo, com a certeza de que logo estaremos por aqui para conhecer melhor este lugar e, por que não, ficar de papo pro ar neste lindo camping e lugar.

voltando

Para obter as coordenadas geográficas dos principais pontos da viagem, clique aqui para o download do arquivo.kmz (google earth)

O álbum com todas as fotos da viagem veja aqui no Picasa.

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Como se me apresentaria o mundo
se eu pudesse viajar em um raio de luz?
Albert Einstein

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