sábado, 27 de julho de 2013

Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí - SP

Pedra Bau 01

Localizada no Município de São Bento do Sapucaí-SP é uma formação rochosa que se destaca na Serra da Mantiqueira, com 350 metros de altura e 1950m de altitude. Do topo avista-se o vale do Paiol e a serra que divide São Paulo e Minas. De carro chegamos a base operacional, de onde inicia a trilha de aproximação com +- 1 hora de duração. A trilha estava ainda muito encharcada das recentes chuvas.

Escolhemos subir pela face Sul, a direita na bifurcação da trilha. Devidamente equipados (cadeirinha, 2 fitas solteiras, mosquetões e capacetes), fizemos a ascenção sem problemas, mantendo sempre uma fita clipada nas escadas.

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Observamos varias pessoas subindo sem q.q. recurso ou proteção, incluindo-se aí pessoas de idade que nos pareceram quase que aterrorizadas pela possibilidade de uma queda. Piso molhado, escadas escorregadias e sujas pelo movimento de sobe e desce aumentam o grau de dificuldade. Se algo sair errado, pode ser fatal. Não caberia aí uma fiscalização? Enfim…

Pedra Bau 02 Pedra Bau 03

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No vídeo abaixo, uma boa idéia do ambiente de subida e sua dinâmica, com bons cliques do cume.

 

Pan-Pedra_do_Bau_web

Nós optamos pelo acesso exclusivo ao cume da Pedra do Baú. Outras opções de trilha com acesso podem ser combinadas, como as 3 pedras, que incluem o Bauzinho, Baú e Ana Chata, com tempo estimado de 7 horas e classificada em nível moderado. Se você não tem experiência, não se sente a vontade em lidar com altura e vias ferratas, não possui equipamento básico de segurança, contrate um guia local para concluir seu passeio tranquilamente.

Depois de uma atividade bem intensa (5 horas ida e volta), retornamos ao camping (CCB de Campos do Jordão) para um bom banho. Pegamos nossos amigos e seguimos para o centro de Campos de Jordão para circular na última noite do Festival de Inverno. Muita pompa e circunstância, muita gente e frio, tudo lotado. 

Noite C Jordao

Esta madrugada chegamos a marca de 8 graus negativos. O camping do CCB fica praticamente dentro do Horto Florestal.

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O gelo estava presente em todo lugar, cedo pela manhã. Iniciamos o desmonte do acampamento para retomar a estrada, de volta para Teresópolis. Nosso TR-4 foi muito útil, rebocando e desatolando a galera do diesel, que de tão congelado não partia.

Para obter as coordenadas geográficas dos principais pontos da viagem, clique aqui para o download do arquivo .kmz (google earth)

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terça-feira, 23 de julho de 2013

Campos de Jordão – SP

partida

Viagem inaugural de nosso trailer KC-380. Saimos de Teresópolis com uma temperatura de  9 graus, com tudo dentro do esperado, exceto o inversor que não permaneceu ligado (acredito ser deficiência do disjuntor), já que havia sido testado com sucesso na véspera. Portanto, geladeira desligada até a próxima fonte de energia.

Subimos e descemos a serra entre Tere e Itaipava, para encontrar com nossos companheiros de viagem Ronaldo e Vania, que puxavam um KC-330. Seguimos em direção a Via Dutra, cortanto por dentro de Volta Redonda, como forma de evitar a saída do Rio de Janeiro.

Decidimos fazer uma parada no CCB (SP-01) do Clube dos 500 em Guaratinguetá, para além de conhecer o lugar, descansar antes de pegar a serra para Campos do Jordão. Veículos estacionados, água e luz OK.

C500-01 C500-02

O CCB do Clube dos 500 me pareceu uma estrutura de passagem, já que fica ao lado da Via Dutra, exposto ao barulho do tráfego intenso da rodovia, dia e noite. Contudo, as instalações são boas, com restaurante, bar, piscina, quadras de esporte, boa área para campismo com água e luz, banheiros limpos, água quente e abastecidos. Ótima opção para uma escala de descanso ou manutenção. Tarifas e mapa no link acima.

C500-04

 C500-06

Atenção: Se estiver rodando no sentido RJ>SP, siga mais 4 km e faça o retorno no trevo de Guaratinguetá. A passagem sob o túnel quase em frente ao CCB é muito baixa e estreita. Meu KC-380 não passava.

Noite fria e chuvosa. Amanhecer frio e chuvoso. Levantamos acampamento e seguimos para Campos de Jordão.

O conjunto carro/trailer (TR-4/KC380) se comportou muito bem. Na serra para Campos de Jordão, em razão da forte neblina e chuva, não foi possível manter uma rotação adequada, o que me levou a fazer alguns trechos em segunda marcha.

Fomos recepcionados pelo frio na chegada a cidade. Para chegar ao CCB (SP-02), foi necessário atravessá-la de ponta a ponta, pegando o caminho do Horto Florestal. Não vimos uma placa sequer informando a aproximação ou direção do camping. Sabiamos que era próximo ao km 6 da estrada do Horto. Chegamos a passar da entrada, bem escondida. A única referência vista foi a coluna branca com a logomarca do CCB, espremida atrás de algumas árvores. A foto aérea é de baixa qualidade (Google Earth). As coordenadas são S22º41´42.1” e W045º31´13.7”.

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Este camping merece mais atenção do CCB. O piso da área destinada aos trailers e moto-homes estava muito encharcada. As saídas de água vazando, banheiro sem água quente. Para tomar banho era necessário subir até o banheiro da área de barracas, ladeira acima (embaixo de chuva num piso encharcado foi bastante desagradável). O bar com uma daquelas terríveis máquinas de música, TV e uma mesa de sinuca serve refeições previamente acertadas.

Estabelecemos um acampamento de forma a cobrir a área de acesso dos trailers com uma lona e mais tarde fechar com as laterais. O frio esperado era de arrasar nesta semana.

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Todos bem agasalhados, vinho, papo e planejamento de passeios para os dias seguintes. O gato Fredy já encontrou seu jeito de afastar o frio.

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Iniciamos o dia seguinte com uma visita a fábrica de chocolates Araucária.

Araucaria

Lá tomamos contato com a história do cacau e seus desdobramentos, visitamos as instalações de produção e terminamos na loja de delícias. Mais detalhes no link da Fábrica.

Dali seguimos para a Fazenda Lenz Gourmet. Um lugar especial, com um mirante panorâmico, de onde é possível ver todo o Vale do Lageado. Neste dia a neblina e a chuva, estavam tão intensas que foram raros os instantes de visibilidade no mirante. Independente do clima, não nos furtamos a fazer a trilha da cachoeira e do mirante.

Mapa Lenz Thumb

Para ver este mapa em alta, clique aqui.

A lojinha conta com ótimas opções de compotas, geléias, temperos, o famoso bolo inglês e chocolates produzidos no local. O bar oferece diversos drinks, vinhos e cervejas num ambiente climatizado e muito agradável. A fazenda oferece muitas atividades para crianças.

Cumpridas as formalidades gastronômicas, fomos para nosso terceiro objetivo do dia:

Conhecer os Jardins que Falam – Amantikir. A lenda por trás do nome Amantkir é muito bonita. Perca um pouco de seu tempo para conhece-la, antes de visitar os jardins.

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mapa amantikir thumb

Para ver este mapa em alta, clique aqui

A totalidade das fotos podem ser vistas no link do album completo da viagem, no fim deste post.

Encerramos o dia de passeios. Retornamos ao camping para o almoço ajantarado e preparar o dia seguinte, já que as perspectivas de melhora de tempo eram boas. O frio nesta noite chegou aos 3 graus positivos.

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Iniciamos o dia com o café da manhã comunitário dos 2 trailers. O frio tá sério. Pelo menos o dia amanheceu sem chuva. Vamos então partir para atividades ao ar livre.

Seguimos para o Borboletário, também chamado de “Flores que Voam”. A beleza do lugar são as borboletas que, confinadas numa área de visitação, voam por sobre os visitantes. Entretanto, as borboletas precisam de luz do sol para captar energia e então voar. Em dias nublados ou chuvosos, é certo que nada vai acontecer.

O ingresso para nada ver é de R$25,00 por pessoa. A responsável pelo projeto no dia, nos alertou para o fato de que não veriamos o que viemos buscar.  Mas que muito gentilmente nos daria uma cortesia para num futuro incerto, podermos retornar sem pagar nova taxa. Sem comentários. Deixamos o lugar, assim como outros grupos.

Curiosos com relação a tirolesa de 800 metros subimos mais um pouco até o Rancho Santo Antônio. De fato a tirolesa tinha mesmo os 800 metros prometidos, como também mais 250 metros na segunda seção. Arriba então. R$ 60,00 por pessoa, que julgamos muito bem pago.

Devidamente equipados, seguimos morro acima por uns 15 minutos, até atingir a base de lançamento da primeira tirolesa (800m). Ao fim dela, pegamos a base de lançamento da tirolesa menor(250m). Esta segunda, com menos percurso, mas com ótimas ondulações.

O pessoal técnico foi muito profissional. Nada a anotar com relação aos procedimentos de segurança.

Aproveitando que o dia estava firme, com momentos de sol inclusive, seguimos em direção ao Parque Estadual Horto Florestal.

Horto01 Horto02

Horto03 Horto04

Criado em 1941, possui 8,3 mil hectares de área preservada. Escolhemos fazer a Trilha da Cachoeira (4500 metros) de nível leve. A modesta cachoeira, de nome Galharda não empolga, mas a trilha decorada por araucárias centenárias, por si só, já vale o passeio.

Passada em muito a hora do almoço, decidimos experimentar uma indicação. O restaurante Pesquinha, no Mercado Municipal. Excelentes pratos com Truta, nos mais diversos molhos e opções, muito bem servidos e ao custo de R$ 18,00. Tudo de bom.

Retornamos ao camping para as funções de higiene antes que o frio da noite virasse argumento muito forte.

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Pedra do Baú. Este dia reservamos para subir a Pedra do Baú, localizada no Município de São Bento do Sapucaí. Formação rochosa que se destaca na Serra da Mantiqueira, com 350 metros de altura e 1950m de altitude. Do topo avista-se o vale do Paiol e a serra que divide São Paulo e Minas. De carro chegamos a base operacional, de onde inicia a trilha de aproximação com +- 1 hora de duração. A trilha estava ainda muito encharcada das recentes chuvas.

Pedra Bau 01

Escolhemos subir pela face Sul, a direita na bifurcação da trilha. Devidamente equipados (cadeirinha, 2 fitas solteiras, mosquetões e capacetes), fizemos a ascenção sem problemas, mantendo sempre uma fita clipada nas escadas.

escadas01 escadas02

Observamos varias pessoas subindo sem q.q. recurso ou proteção, incluindo-se aí pessoas de idade que nos pareceram quase que aterrorizadas pela possibilidade de uma queda. Piso molhado, escadas escorregadias e sujas pelo movimento de sobe e desce aumentam o grau de dificuldade. Se algo sair errado, pode ser fatal. Não caberia aí uma fiscalização? Enfim…

Pedra Bau 02 Pedra Bau 03

Pedra Bau 04 Pedra Bau 05

No vídeo abaixo, uma boa idéia do ambiente de subida e sua dinâmica, com bons cliques do cume.

 

Pan-Pedra_do_Bau_web

Depois de uma atividade bem intensa (5 horas ida e volta), retornamos ao camping para um bom banho. Pegamos nossos amigos e seguimos para o centro de Campos de Jordão para circular na última noite do Festival deimage Inverno. Muita pompa e circunstância, muita gente e frio, tudo lotado. 

Noite C Jordao

Esta madrugada chegamos a marca de 8 graus negativos. O camping do CCB fica praticamente dentro do Horto Florestal.

separador

O gelo estava presente em todo lugar, cedo pela manhã. Iniciamos o desmonte do acampamento para retomar a estrada, de volta para Teresópolis. Nosso TR-4 foi muito útil, rebocando e desatolando a galera do diesel, que de tão congelado não partia.

Pesquisa: em nossas pesquisas antes da viagem, consultamos varias fontes, dentre elas a revista Cidade&Cultura, edição Campos do Jordão, a Revista Encantos e Sabores edição Campos de Jordão & Cia e o site bem completo voltado ao turista www.emcamposdojordao.com.br.

mapa-de-passeios-thumb

Este foi o mapa que usamos para decidir onde ir e como chegar, com os principais grupos de passeios. Para obter este mapa em alta, clique neste link.

Para obter as coordenadas geográficas dos principais pontos da viagem, clique aqui para o download do arquivo .kmz (google earth)

O album com todas as fotos da viagem veja aqui no Picasa.

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