domingo, 30 de janeiro de 2011

Cachoeiras do Horto Florestal -RJ

Para fugir do calor de 40 graus, das praias lotadas, do mar super gelado e da confusão, fomos conhecer algumas das cachoeiras do Horto Flrorestal, dentro do Parque Nacional da Tijuca. Programa que inclui uma agradável caminhada por trilhas bem marcadas dentro da Floresta Atlântica.

Saindo bem cedo, seguimos direto para a cachoeira dos Primatas, subindo a Rua Lopes Quintas no Bairro do Jardim Botânico, e seguindo até o fim da Rua Sara Vilela, onde é possível estacionar o carro. Com as poucas chuvas, o volume de água se resumia a um filete, mas valeu muito pela bela trilha.

trilhaprimatas primatas01

primatas

Dali, retornamos para o carro e seguimos para conhecer a cachoeira do Quebra e a Cachoeira do Chuveiro, subindo a Rua Pacheco Leão até o fim e dali subindo em direção a Vista Chinesa. Quilômetro acima, logo avistamos a Cachoeira do Quebra, onde normalmente estão estacionados muitos carros, já com várias pessoas se refrescando no poço generoso.

quebra02 quebra01

Pegamos a trilha para a Cachoeira do Chuveiro, bem sinalizada. A característica especial desta trilha é a da mistura de vários obstáculos naturais, que fogem do padrão pedra e terra. Escadas naturais de raízes, grandes pedras, troncos e correntes dão o tom especial.

trilha02 trilha01

Com poucos minutos chegamos a um poço sem nome, mas bem agradável.

poço sem nome

Com mais uns 10 minutos, chegamos a Cascata do Chuveiro. Aliás, o nome tem tudo a ver com o chuveiro bem protegido, onde se pode ficar por longo tempo, ainda mais quando a água não está muito gelada.

Chuveiro00 chuveiro02

chuveiro01 chuveiro03

Agora uma foto de nosso guia e amigo Télcio, que nos proporcionou esta ótima opção de passeio num Domingo de muito sol e calor no Rio de Janeiro.

guiaTelcio

A seguir um breve filme com alguns dos momentos registrados.

Coordenadas marcadas deste passeio em Google Earth

.

retornar ao índice principal

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

GRIGRI – Usando corretamente

Eu sou adepto incondicional do Grigri. Uso para dar segurança, para top rope, para rapelar com recursos de stop com mãos livres, enfim, um recurso indispensável.

Sei também que o uso correto é fundamental. Erros de aplicação são comuns. Nada que uma testagem antes do uso não resolva. O vídeo a seguir dá uma ótima idéia do que se pode esperar de um Grigri bem aplicado.

Boas escaladas

 

clique aqui e conheça um pouco mais deste blog

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

4x4 – Capa de estepe personalizada

capaestepe

Testei e gostei do resultado. Escolha seu motivo e mande produzir. Eu usei a OR Capas Automotivas e fui muito bem atendido.

Basta editar seu arquivo, pegar as características de seu estepe e enviar para a OR. Em uma semana recebi a capa, com cabo de aço, cadeado e bolsa.

 

clique aqui e conheça um pouco mais deste blog

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

São José do Vale do Rio Preto – RJ

Com acesso pela BR-040 ou pela BR-116, a visita a São José pode ser precedida por um passeio por Petrópolis ou Teresópolis. Nós decidimos fugir do calor do Rio, pegando uma cachoeira na sede de Guapimirim do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, para só então, subir até Teresópolis e dali seguir pela BR-116 até a saída para São José.

A história de São José do Vale do Rio Preto (denominação final obtida em 1987) passa pela extração do ouro, cultura do café, avicultura e agricultura.  Esta história está muito bem contada no site da prefeitura local.

Dirigindo pelas estradas que cortam os vales ao redor de São José, podemos entender o significado do ditado “… dá mais que chuchu na serra”. São parreirais de chuchu a perder de vista, transformando boa parte do vale num tapete verde, suspenso a 2 metros do chão. Para se ter uma idéia, São José contribui com mais de 50% da produção de chuchu no estado do RJ. Outro destaque é a produção de caqui, hoje na ordem de 78% do total do estado. Mais detalhes da economia de São José no link da prefeitura.

Abaixo fotos da Igreja da Matriz e da Capela Nosso Senhor

igreja Matriz capelaSenhordos Passos

Nosso destino final era uma visita ao sítio do Zezim, 14 kms adiante, por entre as estradas não muito conservadas do vale, que tem por finalidade escoar a produção horti fruti granjeira da região. Com o suporte de um GPS, já com a rota traçada, passamos bem pelo emaranhado de opções direita/esquerda que um ambiente rural oferece. É fácil compreender porque um profissional da matemática, da lógica, habituado a dividir com cérebros privilegiados desafios e soluções,  se dedicou a construir seu canto no interior do vale.

bardopiroca

 

No caminho que mais parece uma trilha, passamos pelo Bar do Piroca, também conhecido como Bar e Mercearia São João de Paquetá, onde a galera sóbria passa parte de seu tempo avaliando a qualidade da mercadoria servida.

 

capelaNSAparecida

 

Ao lado encontra-se a Capela de Nossa Senhora de Aparecida.

Mais alguns desvios e chegamos ao nosso objetivo. O bem cuidado sítio do Zé Márcio, lugar “onde em se plantando, tudo dá”. De frutíferas a árvores frondosas, hortaliças, legumes, flores, exóticas, enfim muita harmonia na aplicação e uso dos espaços.

sitio01 sitio02

sitio03 sitio04

grupo

Brindados com um peixada inesquecível, preparada pela Soninha, fizemos o programa mais adequada para qualquer fim de tarde na roça. Tiramos uma soneca restauradora digerindo e saboreando a calma do lugar.

.

Enquanto terminava este post, nesta terça-feira, uma forte chuva caiu por sobre toda a região serrana e destruiu grande parte de Teresópolis e Friburgo. Falando com meus amigos no vale de São José, fiquei sabendo que estão bem, mas isolados e com dificuldades de obtenção de água potável. Muitas das pontes que cruzamos para chegar ao nosso destino não existem mais.

retornar ao índice principal

BlogBlogs.Com.Br