terça-feira, 24 de novembro de 2009

11 Maiores Montanhas Brasileiras


01 – Pico da Neblina
2993 m
Serra do Imeri - AM
02 – Pico 31 de Março
2972 m
Serra do Imeri - AM
03 – Pico da Bandeira
2891 m
Serra do Caparaó – MG/ES
04 – Pico do Calçado
2849 m
Serra do Caparaó – MG/ES
05 – Pedra da Mina
2798 m
Serra Fina – MG/RJ/SP
06 – Agulhas Negras
2792 m
Pq. Nac. Itatiaia – RJ
07 – Pico do Cristal
2769 m
Serra do Caparaó - MG
08 – Monte Roraima
2734 m
Pq. Nac. Monte Roraima - RR
09 – Morro do Couto
2680 m
Pq. Nac. Itatiaia – MG/RJ
10 – Pedra do Sino
2670 m
Pq. Nac. Itatiaia – MG/RJ
11 – Pico dos 3 Estados
2670 m
Serra Fina – MG/RJ/SP
Espero estar falando sobre estes picos por aqui em breve.

Dicas de acesso às montanhas do Parque Nacional do Itatiaia. Este artigo produzido pelo amigo Tacio Phillip, merece destaque pela riqueza de detalhes e pela exuberância fotográfica. Veja as fotos panorâmicas produzidas por este fotógrafo da natureza.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Curitiba – Morretes – Paranaguá – Ilha do Mel – 2009


Mais uma viagem pinga-fogo, com o passaporte da Azul Linhas Aéreas. Rio-Curitiba-Rio, 14 a 16/11.
Chegamos a Curitiba Sábado pela manhã. Pegamos o ônibus executivo do aeroporto (R$8,00) que nos levou até o centro da cidade. Saltamos em frente ao prédio da Receita Federal e três quadras adiante já havíamos chegado ao Hotel Savoy, na R. João Negrão (R$ 70,00 a diária do casal, com ar e café da manhã – normal é R$ 140,00) próximo a Rodo Ferroviária e do Shopping Estação.
Calor em Curitiba (32°C). Maletas no hotel e seguimos a pé para o Shopping Estação, para aproveitar o que sobrou do Sábado.
Descemos duas quadras e chegamos ao Shopping. Entramos no Espaço Sensações e tomamos contato com o processo de fabricação dos perfumes e com várias essências. Interessante. Dali, fomos conhecer o Espaço Estação Natureza, conduzido pela Fundação Boticário. Muito interessante para formar opinião sobre preservação e ecologia, com especial cuidado para as crianças. Lanche rápido e partimos para pegar o Ônibus do City Tour da Prefeitura.
 
O ônibus passa de meia em meia hora nos atrativos. Ao custo de R$ 20,00, pode-se saltar e reembarcar mais 4 vezes durante o percurso. Depois de algumas perguntas aos nativos, escolhemos o Ópera do Arame, o Parque Tanguá e Santa Felicidade. Não teríamos mesmo tempo para mais nada, e Santa Felicidade (eixo gastronômico de Curitiba) era o projeto de jantar que havíamos decidido.
Ópera do Arame e Parque Tanguá







Em Santa Felicidade fomos degustar vinhos, queijos e frios na loja da Vinícula Durighan. Antes de fechar ainda tivemos tempo de entrar na Casa de Bonecos, toda ambientada para o Natal e completamos os espaços vazios das sacolas de vinhos com presentes natalinos.
Jantamos no restaurante Velho Madalosso, rodízio de massas com 4 opções de carne. O Novo Madalosso (capacidade para até 4000 pessoas) serve somente as massas em rodízio. Parecia colossal demais para um jantar calmo. Dia muito intenso. Hora de voltar ao hotel e preparar a saída cedo de Domingo, com destino a Morretes e Paranaguá, pela antiga estrada de ferro Curitiba-Paranaguá.
 
Domingo cedo, na Rodo Ferroviária, compramos somente os bilhetes do trem (classe executiva), sem qualquer outro suporte das operadoras de turismo. Primeiro porque queríamos ir até Paranaguá e também não estávamos interessados em almoçar em Morretes  para comer o Barreado. Nos parecia muita perda de tempo. Pagamos R$ 62,00 por cada ticket. Lembre-se de escolher o lado esquerdo do trem. A vista é melhor. Fizemos a viagem até Morretes com todos. Chegando lá passamos para o segundo vagão e daí seguimos até Paranaguá. A história da ferrovia é contada durante o percurso, por guias da Serra Verde (operadora da linha), com lanchinho a bordo. As 3 primeiras horas percorremos a parte mais bonita da rodovia, serpenteando pelas encostas da Serra do Mar, atravessando 13 túneis, com vista de belas cachoeiras e rios, incluindo 41 pontes e 32 pontilhões. Destaque para o Pico do Marumbi (1547m), com muitas vias de escalada e trilhas(trilhas). O tempo passa sem que se perceba.
Ferrovia e Pico do Marumbi
Morretes é bem pequeno. Ficamos lá somente o tempo para trocar de vagão. Seguimos adiante com o trem até Paranaguá, onde se encontra o Porto de Paranaguá, considerado o sexto maior do mundo e o maior porto graneleiro da América Latina. Mais detalhes, na Internet. De Morretes até Paranaguá levamos mais uma hora, sendo que 30 minutos foram gastos somente dentro das instalações dos depósitos e silos de grãos, numa marcha muito lenta, por conta das muitas conexões de trilhos e linhas e dos trens de carga. Mas valeu pela experiência a despeito do ambiente de indústria (muito pó, muito lixo ).
 
Paranaguá histórica, com suas casas antigas, é muito bonita e algo conservada.  Como ainda tínhamos algumas horas de luz, resolvemos esticar até a Ilha do Mel. Seguindo nossa pesquisa, pegamos o ônibus da empresa Graciosa, que em 1:30m. nos levou até o Pontal do Paranaguá, para pegarmos o barco que atravessa até a ilha (pode-se ir de barco direto ate a ilha, mas são 3 horas de percurso). Antes, porém,  comemos uma generosa porção de camarão frito e bem sequinho no quiosque da Helena (Lanchonete Água na Boca), sentados em frente ao Rio Tiberê, bebendo uma Original bem gelada.
 
De barco (R$ 10,00), seguimos para a Ilha do Mel. Em 30 minutos já estávamos andando na trilha que nos levou até a Gruta Encantada e a Praia das Encantadas. Além da sensação de preservação e cuidado com a natureza que percebemos, ficou a certeza de que devemos voltar com uns 5 dias, para rodar toda a ilha.
Ilha do Mel - Gruta das Encantadas







Então, foi parar para comer alguma coisa e retornar no sentido inverso. Barco de retorno ao Pontal, e ônibus da Graciosa direto para Curitiba (R$ 20,00). Chegamos na Rodo Ferroviária as 23:30hs e no hotel já meia-noite. Hora de dormir para estar no aeroporto as 7:00 da manhã de segunda.
 
Acabou o Passaporte Azul da Azul Linhas Aéreas. De olho no próximo.

Dicas:
1 - pegue no aeroporto o folheto com todos os horários e locais de embarque do Ônibus Executivo (R$ 8,00). Acredite, funciona muito bem. O taxi do aeroporto para o centro sai por uns 60,00.
2 – aquela máxima de que o Curitibano não gosta de carioca não existe mais. Fomos muito bem tratados, por onde tenhamos estado.
3 – Pergunte sempre se pode comprar a passagem de volta, quando estiver comprando a de ida. Se bobeássemos, ficaríamos agarrados no Pontal de Paranaguá, sem retorno para Curitiba.

Restaurante Madalosso – www.velhomadalosso.com.br
Viação Graciosa - www.viacaograciosa.com.br/
Serra Verde Express – www.serraverdeexpress.com.br

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Serra do Cipó – BH – 2009


Mais uma viagem pinga-fogo, com o passaporte da Azul Linhas Aéreas. Rio-Belo Horizonte-Rio, 07 a 09/11.
Chegando a BH (Confins) sábado pela manhã, alugamos um carro basicão (59,00 o dia, km livre) na Unidas e seguimos para a Serra do Cipó. Após 60 kms, chegamos na pousada EcoBamboo. Fomos recebidos pela Cláudia e pelo Marcos. Assumimos nosso chalé, muito limpo e confortável e saímos logo para aproveitar o dia. Retornamos uns 4 kms e fomos esquecer o calor do Rio na Cachoeira Grande. Mesmo com suas águas mornas, foi muito bom. Nós que já vimos milhares de cachoeiras, ainda assim achamos esta especial, tanto pela sua largura, como pela formação das rochas.
Cachoeira Grande









Daí veio a fome. Seguimos a orientação da Cláudia e fomos no restaurante da Fazenda, muito perto dali. Não conseguimos visitar o Alambique, que estava fechado. Pedimos uma porção de pastel de angu, um caldo de feijão, um caldo de moranga com carne de sol, requeijão e torrada, uma original, uma caipivodka, e uma cachacinha. Tudo muito bem servido, barato e delicioso. Com o dia acabando, retornamos a pousada e aproveitamos o local que dispunha de sauna (funcionando). No papo da noite, fizemos a programação do dia seguinte.
Levantamos cedo no Domingo e partimos para conhecer a cachoeira Véu da Noiva (afinal, todo lugar de serra tem uma). Pagamos a entrada, deixamos o carro e resolvemos conhecer primeiro a Cachoeira por cima. Fizemos a tal trilha dos escravos, que descobrimos não ter nada a ver com escravos. Chegamos ao topo da cachoeira e seguimos o curso do rio acima, onde encontramos mais alguns poços para banho. Descemos a trilha e fomos até a base da cachoeira, onde também ficamos surpresos com a beleza da queda d´água. Dentre as cachoeiras de mesmo nome, esta assumiu a liderança.
Cabeceira e base da Cachoeira Véu da Noiva
Refrescamos o corpo e a mente e resolvemos seguir adiante, para conhecer a cachoeira da Serra Morena. Pegamos o carro e subimos a MG10 em direção a Diamantina. Poucos quilômetros a frente saímos a esquerda, para 5 kms de terra em boas condições. Pagamos a entrada na fazenda e deixamos o carro para fazer as trilhas, por sinal, bem leves. Fomos primeiro na cachoeira 2, a mais bonita, segundo os locais. E era mesmo.
Cachoeira Serra Morena 2
Depois de fazer boas massagens debaixo das quedas, seguimos para a cachoeira 1, que também tinha seus atrativos, com um poço bem grande e ótimos chuveiros.
 Cachoeira Serra Morena 1

Daí veio a fome novamente. Depois de tanta água e atividade física, era hora de voltar ao restaurante da Fazenda e comer o tutu a mineira, que havíamos programado. No caminho, fizemos uma parada na Grande Pedreira, para ver o local onde dizem haver algumas vias de escalada. Sem muita informação, fiquei de investigar melhor para uma futura volta.
Pedreira Grande e Tutu a Mineira









Caímos dentro do tutu, com tudo que era devido. Bateu o sono. Voltamos para a pousada para o descanso. Noite calma, prosa com o Marcos e a Cláudia e definição do horário de retorno, para devolver o carro e fazer check-in em tempo, já na segunda pela manhã. Todos os voos no horário. E já estamos no Rio de volta.

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