segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

São Simão – Cáceres – Cuiabá – Mato Grosso

Voando Gol do Rio para São Paulo e por conexão para Cuiabá, fomos recebidos pelo calor da região, no sol de meio-dia. Enchemos o carro com as bagagens e depois com as compras de mercado. Pegamos a estrada para os 215km até Cáceres, onde era nosso pernoite.
A cidade de Cáceres também é conhecida como a Princesinha do Rio Paraguai. Localizada as margens do Rio Paraguai, é palco de um dos maiores Festivais Internacionais de Pesca Esportiva do mundo. O rio fica coalhado de embarcações (canoas e motorizadas). Fora da semana do festival é possível contratar quartos em Chalanas (barcos hotéis), para passar alguns dias pescando, com todo o conforto de uma estrutura hoteleira. Caro, mas compensador.
 






Dia seguinte seguimos para mais 300km até São Simão, sendo 200km em terra. Com o nome de Rodovia Lenine Póvoas MT-265, (rodovia não é asfaltada?), mandamos ver, tomando cuidado para preservar os pedestres locais (siriemas, cobras, pacas, tamanduás, cotias, tatus,...)










Aproveitamos a pequena distância que nos separava da Bolívia e cruzamos a fronteira para ver
se achavamos alguma barganha que valesse a pena.  O local é conhecido como barraca do Ari. Vende de tudo, mas os preços não merecem atenção. O Mercado Livre tem melhores ofertas. O que está valendo a pena por ali é o preço do combustível e dos pneus. Para não passar em branco, tomei algumas cervejas Pacenas. Lembra um pouco a nossa Antarctica.
Ao fim de cinco horas de estrada, chegamos ao Destacamento Militar de São Simão, nas coordenadas S15°54´37.3” – W60°09´00.4”. Trata-se de uma base do exército, responsável por controlar uma área de fronteira com a Bolívia. Com um efetivo de 14 militares, realizam também funções de cunho social junto a comunidade que vive nos arredores do destacamento como atividades esportivas, educacionais, festas cívicas,...
As instalações lembram um hotel fazenda, com campo de futebol gramado, campo de voley de areia, horta, plantações, churrasqueira e pista de pouso. Cercado por fazendas de gado, o relevo retrata o desmatamento empreendido em nome da produção de carne. Poucas áreas de mata preservada (que já não são primárias), circundadas por imensas áreas de pasto e alguns alagados.
 
Dentre as atividades de lazer mais interessantes está a pescaria do tucunaré. A 10 km do destacamento está a Baia do Padre, um espelho d´água, formado durante a época das cheias no pantanal, que se mantém alagado por todo o ano. Pode-se chegar ao píer de madeira, com as devidas autorizações dos fazendeiros, por carro ou a cavalo. Pesca ideal com barco a motor, para o deslocamento dentro da lagoa. Sobre o píer, a pesca fica mais esporádica.
 
 
Os pássaros são os mais presentes. Siriemas, papagaios, maritacas, anus pretos, anus brancos(raros), joões de barro, andorinhas, quero queros, águias, falcões, canários diversos, e tantos outros que não pude identificar. Que falta faz uma lente teleobjetiva para fazer bons flagrantes.
 
 
Aproveitamos a noite de Natal para introduzir uma nova forma de trazer Papai Noel para a criançada. Em razão das dificuldades operacionais, desta vez, o bom velhinho chegou a cavalo. Mesmo as crianças mais céticas, que nos garantiam não existir papai Noel, mudaram de opinião. Foi muito bacana poder oferecer esta alegria num local tão distante.
 
Locais que gostaríamos de ter visitado, mas que não foi possível organizar a expedição, ficaram para uma próxima oportunidade. Dentre eles, Vila Bela da Santíssima Trindade e o Parque Estadual Serra de Ricardo Franco, distantes 160km e 210km de São Simão, respectivamente. 
Vila Bela foi a primeira capital de Mato Grosso. Mais detalhes sobre a história da cidade podem ser encontrados neste link. Em conversa com os militares mais antigos de São Simão, fiquei sabendo que Vila Bela é uma cidade quase que 100% de negros. Isto se deveu ao fato de serem os negros escravos os responsáveis pelo garimpo no Rio Guaporé nos idos de 1752. Com as dificuldades de transporte das riquezas e doenças, a capital foi movida para Cuiabá. Estes negros, deixados para trás, ainda hoje garantem a sobrevivência da cidade, preservando fortes tradições culturais.
Já o Parque Estadual, criado por decreto em 1997, não possui qualquer recurso de apoio ao turista. Haviamos selecionado alguns pontos de cachoeiras e poços para visitar, que mostro abaixo em fotos que não são minhas. Estivemos quase lá. No arquivo das coordenadas no fim do post, é possível achar suas localizações dentro do parque pelo Google Earth.
Serra de Ricardo Franco ao fundo. Vista de Vila Bela - Rio Guaporé
Cascata dos Namorados
 Poções, paredões e hidros
 
 
 
 
Voltando para o Rio, desta vez seguimos de carro de São Simão para Cáceres. Lá pegamos um ônibus da Viação CentroOeste para Cuiabá, que nos deixou na porta do Hotel Portal da Amazônia, próximo do aeroporto. Dormimos e no dia seguinte o Hotel nos deixou no aeroporto. Voamos Gol, sem quaisquer problemas.
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Coordenadas Marcadas - Google Earth
Filme das instalações do Destacamento Militar de São Simão - You Tube ou assista abaixo em menor resolução.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

11 Maiores Montanhas Brasileiras


01 – Pico da Neblina
2993 m
Serra do Imeri - AM
02 – Pico 31 de Março
2972 m
Serra do Imeri - AM
03 – Pico da Bandeira
2891 m
Serra do Caparaó – MG/ES
04 – Pico do Calçado
2849 m
Serra do Caparaó – MG/ES
05 – Pedra da Mina
2798 m
Serra Fina – MG/RJ/SP
06 – Agulhas Negras
2792 m
Pq. Nac. Itatiaia – RJ
07 – Pico do Cristal
2769 m
Serra do Caparaó - MG
08 – Monte Roraima
2734 m
Pq. Nac. Monte Roraima - RR
09 – Morro do Couto
2680 m
Pq. Nac. Itatiaia – MG/RJ
10 – Pedra do Sino
2670 m
Pq. Nac. Itatiaia – MG/RJ
11 – Pico dos 3 Estados
2670 m
Serra Fina – MG/RJ/SP
Espero estar falando sobre estes picos por aqui em breve.

Dicas de acesso às montanhas do Parque Nacional do Itatiaia. Este artigo produzido pelo amigo Tacio Phillip, merece destaque pela riqueza de detalhes e pela exuberância fotográfica. Veja as fotos panorâmicas produzidas por este fotógrafo da natureza.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Curitiba – Morretes – Paranaguá – Ilha do Mel – 2009


Mais uma viagem pinga-fogo, com o passaporte da Azul Linhas Aéreas. Rio-Curitiba-Rio, 14 a 16/11.
Chegamos a Curitiba Sábado pela manhã. Pegamos o ônibus executivo do aeroporto (R$8,00) que nos levou até o centro da cidade. Saltamos em frente ao prédio da Receita Federal e três quadras adiante já havíamos chegado ao Hotel Savoy, na R. João Negrão (R$ 70,00 a diária do casal, com ar e café da manhã – normal é R$ 140,00) próximo a Rodo Ferroviária e do Shopping Estação.
Calor em Curitiba (32°C). Maletas no hotel e seguimos a pé para o Shopping Estação, para aproveitar o que sobrou do Sábado.
Descemos duas quadras e chegamos ao Shopping. Entramos no Espaço Sensações e tomamos contato com o processo de fabricação dos perfumes e com várias essências. Interessante. Dali, fomos conhecer o Espaço Estação Natureza, conduzido pela Fundação Boticário. Muito interessante para formar opinião sobre preservação e ecologia, com especial cuidado para as crianças. Lanche rápido e partimos para pegar o Ônibus do City Tour da Prefeitura.
 
O ônibus passa de meia em meia hora nos atrativos. Ao custo de R$ 20,00, pode-se saltar e reembarcar mais 4 vezes durante o percurso. Depois de algumas perguntas aos nativos, escolhemos o Ópera do Arame, o Parque Tanguá e Santa Felicidade. Não teríamos mesmo tempo para mais nada, e Santa Felicidade (eixo gastronômico de Curitiba) era o projeto de jantar que havíamos decidido.
Ópera do Arame e Parque Tanguá







Em Santa Felicidade fomos degustar vinhos, queijos e frios na loja da Vinícula Durighan. Antes de fechar ainda tivemos tempo de entrar na Casa de Bonecos, toda ambientada para o Natal e completamos os espaços vazios das sacolas de vinhos com presentes natalinos.
Jantamos no restaurante Velho Madalosso, rodízio de massas com 4 opções de carne. O Novo Madalosso (capacidade para até 4000 pessoas) serve somente as massas em rodízio. Parecia colossal demais para um jantar calmo. Dia muito intenso. Hora de voltar ao hotel e preparar a saída cedo de Domingo, com destino a Morretes e Paranaguá, pela antiga estrada de ferro Curitiba-Paranaguá.
 
Domingo cedo, na Rodo Ferroviária, compramos somente os bilhetes do trem (classe executiva), sem qualquer outro suporte das operadoras de turismo. Primeiro porque queríamos ir até Paranaguá e também não estávamos interessados em almoçar em Morretes  para comer o Barreado. Nos parecia muita perda de tempo. Pagamos R$ 62,00 por cada ticket. Lembre-se de escolher o lado esquerdo do trem. A vista é melhor. Fizemos a viagem até Morretes com todos. Chegando lá passamos para o segundo vagão e daí seguimos até Paranaguá. A história da ferrovia é contada durante o percurso, por guias da Serra Verde (operadora da linha), com lanchinho a bordo. As 3 primeiras horas percorremos a parte mais bonita da rodovia, serpenteando pelas encostas da Serra do Mar, atravessando 13 túneis, com vista de belas cachoeiras e rios, incluindo 41 pontes e 32 pontilhões. Destaque para o Pico do Marumbi (1547m), com muitas vias de escalada e trilhas(trilhas). O tempo passa sem que se perceba.
Ferrovia e Pico do Marumbi
Morretes é bem pequeno. Ficamos lá somente o tempo para trocar de vagão. Seguimos adiante com o trem até Paranaguá, onde se encontra o Porto de Paranaguá, considerado o sexto maior do mundo e o maior porto graneleiro da América Latina. Mais detalhes, na Internet. De Morretes até Paranaguá levamos mais uma hora, sendo que 30 minutos foram gastos somente dentro das instalações dos depósitos e silos de grãos, numa marcha muito lenta, por conta das muitas conexões de trilhos e linhas e dos trens de carga. Mas valeu pela experiência a despeito do ambiente de indústria (muito pó, muito lixo ).
 
Paranaguá histórica, com suas casas antigas, é muito bonita e algo conservada.  Como ainda tínhamos algumas horas de luz, resolvemos esticar até a Ilha do Mel. Seguindo nossa pesquisa, pegamos o ônibus da empresa Graciosa, que em 1:30m. nos levou até o Pontal do Paranaguá, para pegarmos o barco que atravessa até a ilha (pode-se ir de barco direto ate a ilha, mas são 3 horas de percurso). Antes, porém,  comemos uma generosa porção de camarão frito e bem sequinho no quiosque da Helena (Lanchonete Água na Boca), sentados em frente ao Rio Tiberê, bebendo uma Original bem gelada.
 
De barco (R$ 10,00), seguimos para a Ilha do Mel. Em 30 minutos já estávamos andando na trilha que nos levou até a Gruta Encantada e a Praia das Encantadas. Além da sensação de preservação e cuidado com a natureza que percebemos, ficou a certeza de que devemos voltar com uns 5 dias, para rodar toda a ilha.
Ilha do Mel - Gruta das Encantadas







Então, foi parar para comer alguma coisa e retornar no sentido inverso. Barco de retorno ao Pontal, e ônibus da Graciosa direto para Curitiba (R$ 20,00). Chegamos na Rodo Ferroviária as 23:30hs e no hotel já meia-noite. Hora de dormir para estar no aeroporto as 7:00 da manhã de segunda.
 
Acabou o Passaporte Azul da Azul Linhas Aéreas. De olho no próximo.

Dicas:
1 - pegue no aeroporto o folheto com todos os horários e locais de embarque do Ônibus Executivo (R$ 8,00). Acredite, funciona muito bem. O taxi do aeroporto para o centro sai por uns 60,00.
2 – aquela máxima de que o Curitibano não gosta de carioca não existe mais. Fomos muito bem tratados, por onde tenhamos estado.
3 – Pergunte sempre se pode comprar a passagem de volta, quando estiver comprando a de ida. Se bobeássemos, ficaríamos agarrados no Pontal de Paranaguá, sem retorno para Curitiba.

Restaurante Madalosso – www.velhomadalosso.com.br
Viação Graciosa - www.viacaograciosa.com.br/
Serra Verde Express – www.serraverdeexpress.com.br

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Serra do Cipó – BH – 2009


Mais uma viagem pinga-fogo, com o passaporte da Azul Linhas Aéreas. Rio-Belo Horizonte-Rio, 07 a 09/11.
Chegando a BH (Confins) sábado pela manhã, alugamos um carro basicão (59,00 o dia, km livre) na Unidas e seguimos para a Serra do Cipó. Após 60 kms, chegamos na pousada EcoBamboo. Fomos recebidos pela Cláudia e pelo Marcos. Assumimos nosso chalé, muito limpo e confortável e saímos logo para aproveitar o dia. Retornamos uns 4 kms e fomos esquecer o calor do Rio na Cachoeira Grande. Mesmo com suas águas mornas, foi muito bom. Nós que já vimos milhares de cachoeiras, ainda assim achamos esta especial, tanto pela sua largura, como pela formação das rochas.
Cachoeira Grande









Daí veio a fome. Seguimos a orientação da Cláudia e fomos no restaurante da Fazenda, muito perto dali. Não conseguimos visitar o Alambique, que estava fechado. Pedimos uma porção de pastel de angu, um caldo de feijão, um caldo de moranga com carne de sol, requeijão e torrada, uma original, uma caipivodka, e uma cachacinha. Tudo muito bem servido, barato e delicioso. Com o dia acabando, retornamos a pousada e aproveitamos o local que dispunha de sauna (funcionando). No papo da noite, fizemos a programação do dia seguinte.
Levantamos cedo no Domingo e partimos para conhecer a cachoeira Véu da Noiva (afinal, todo lugar de serra tem uma). Pagamos a entrada, deixamos o carro e resolvemos conhecer primeiro a Cachoeira por cima. Fizemos a tal trilha dos escravos, que descobrimos não ter nada a ver com escravos. Chegamos ao topo da cachoeira e seguimos o curso do rio acima, onde encontramos mais alguns poços para banho. Descemos a trilha e fomos até a base da cachoeira, onde também ficamos surpresos com a beleza da queda d´água. Dentre as cachoeiras de mesmo nome, esta assumiu a liderança.
Cabeceira e base da Cachoeira Véu da Noiva
Refrescamos o corpo e a mente e resolvemos seguir adiante, para conhecer a cachoeira da Serra Morena. Pegamos o carro e subimos a MG10 em direção a Diamantina. Poucos quilômetros a frente saímos a esquerda, para 5 kms de terra em boas condições. Pagamos a entrada na fazenda e deixamos o carro para fazer as trilhas, por sinal, bem leves. Fomos primeiro na cachoeira 2, a mais bonita, segundo os locais. E era mesmo.
Cachoeira Serra Morena 2
Depois de fazer boas massagens debaixo das quedas, seguimos para a cachoeira 1, que também tinha seus atrativos, com um poço bem grande e ótimos chuveiros.
 Cachoeira Serra Morena 1

Daí veio a fome novamente. Depois de tanta água e atividade física, era hora de voltar ao restaurante da Fazenda e comer o tutu a mineira, que havíamos programado. No caminho, fizemos uma parada na Grande Pedreira, para ver o local onde dizem haver algumas vias de escalada. Sem muita informação, fiquei de investigar melhor para uma futura volta.
Pedreira Grande e Tutu a Mineira









Caímos dentro do tutu, com tudo que era devido. Bateu o sono. Voltamos para a pousada para o descanso. Noite calma, prosa com o Marcos e a Cláudia e definição do horário de retorno, para devolver o carro e fazer check-in em tempo, já na segunda pela manhã. Todos os voos no horário. E já estamos no Rio de volta.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Porto de Galinhas - Recife 2009


Mais uma viagem pinga-fogo, com o passaporte da Azul Linhas Aéreas. Rio-Recife-Rio, 24 e 25/10.


Chegando a Recife já no final da manhã, alugamos um carro basicão 1.0 na Unidas (R$ 59,00 com km livre) e partimos para os 60 km que nos separavam de Porto de Galinhas. Pouco antes de chegar, entramos para Muro Alto, e conhecemos a praia de mesmo nome. Pode-se dizer que é daquelas praias com piscina natural, protegida por arrecifes, de água morna, com uma mesinha para você comer um bom peixe e tomar seus drinks.
 









Ao mergulhar, não vimos muita coisa, exceto o triste fato de que nos arrecifes os corais não tinham vida praticamente.  Peixinhos muitos, principalmente os Sargentos.
Depois desta abertura, seguimos para Porto de Galinhas, mais alguns quilômetros adiante, onde nos hospedamos na Pousada Pedras do Porto (R$ 80,00 com café e ar). Largamos o carro e seguimos a pé em direção a praia, para conhecer o lugar e suas belezas. Circulamos por toda a faixa de praia e pelas ruas do lugar. Um final de tarde muito agradável, com um bonito por do sol. O clima que encontramos pelas ruas de Porto de Galinhas foi muito receptivo. As lojas e restaurantes muito bem ambientados, com cuidados arquitetônicos pensados para não entupir os espaços. Muito artesanato inteligente. Decidimos por comer alguma coisa leve e dormir cedo, para começar o dia conhecendo a Praia dos Carneiros, no Município de Tamandaré.
Após o bom café da manhã na Pousada, seguimos para Tamandaré, 50 km mais ao sul. Pergunta daqui, pergunta dali, conseguimos chegar com dois pequenos erros. Entramos para a praia dos Carneiros pelo acesso do Quiosque do Pescador (guarda-sol verde na estrada). Fomos bem recebidos, com uma estrutura de restaurante e bar muito bons. Sentamos em frente a belíssima praia com tonais de verde incríveis. Só ao vivo. Nem foto consegue representá-los.
 









Fomos logo sondados  para fazer um passeio de barco pelas piscinas naturais, pelo banco de areia e pelo Rio Formoso, passando pela praia de argila. O valor começou com R$ 50,00 por pessoa. Terminamos em R$ 15,00 cada.
Dica: Procure os barcos dos locais, que fazem um trabalho até melhor que as lanchas pequenas. Nós fizemos o passeio com o Luciano.
Os corais nesta praia estão bem vivos e a vida marinha é bem intensa. Lembre de levar seus chinelos. Dê preferência aqueles que prendem no pé. Muitos ouriços no caminho. Um pãozinho para alimentar os peixes e fazer boas fotos. Máscara e respirador melhor ter o seu, pra não ficar lambendo saliva dos outros. O tempo é medido pelo seu interesse nas paradas. Nosso passeio levou quase 2 horas.
Retornamos ao quiosque do Pescador. Tomamos mais uma cerveja e decidimos voltar a Porto de Galinhas para fazer o passeio de balsa até as piscinas naturais.
 









Pagando R$ 10,00 cada, embarcamos e fomos mergulhar nas piscinas a 400 metros da praia. A maré estava baixa, começando a subir. Com um pouco de ração fornecida pelo pescador, brincamos com os peixes, na sua maioria os Sargentos (amarelos rajados), muito simpáticos e famintos.
Já um pouco mal humorados com a fome, decidimos que era hora e fomos ao BarCaxeira, comer a Macaxeira Gratinada com Carne Seca indicada por muitos, e um arroz de brócolis.
 









Foi destrutivo de bom. Depois de um dia de sol e mar, ficamos arrasados. Não deu para mais nada. Hora de tirar uma soneca. E preparar o retorno para o aeroporto de Recife. O pinga-fogo tinha retorno previsto para as 24:00 de Domingo, e ainda tínhamos que devolver o carro alugado. Melhor estar descansado para dirigir. A estrada está com muitas obras e mal sinalizada.
O destaque desta viagem foi, com certeza, a Praia de Carneiros.
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