domingo, 9 de outubro de 2005

Lagoa do Peri - Projeto Lontra - SC


Esta viagem foi uma participação exclusiva de minha esposa como membro temporário (eco voluntário) do Projeto Lontra, empenhado no estudo e na preservação das lontras remanescentes naquele espaço. O preenchimento das vagas temporárias é aberto a todos, incluindo estrangeiros. Isso permitiu a interação com pessoas muito interessantes. Enquanto ela prepara o texto sobre esta experiência, selecionei algumas fotos.
Foto Aérea

Sede do Projeto









A razão do projeto
 

Checando o interior das tocas

Queda d´água protegendo uma toca

Camping e remando ao nascer do sol









Amigos Eco Volutários da Holanda









Todo o grupo de colaboradores e biólogos

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quinta-feira, 21 de julho de 2005

Cascading na Serra do Mendanha - Campo Grande - RJ 2005

Fizemos esta incursão na Serra do Mendanha por duas vezes no ano de 2005. O deslocamento de carro até o início da trilha leva mais de uma hora. Nada complicado, com um bom mapinha obtido no Google Maps ou no Telelistas.net. Tanto com chuva ou com bom tempo, a trilha é muito boa de se fazer. Para quem não conhece, é possível seguir pelo caminho errado. Não vá sem apoio de alguém que já esteve lá. Podemos considerar a trilha de nível leve a médio. Em 35 minutos, chegamos a cachoeira, pela sua parte de cima, onde existe um grande poço para mergulho, muito freqüentado pelos moradores da região aos fins de semana e feriados (pelo menos era, não voltei mais lá, nem sei se ainda é seguro trilhar por lá).
Mais uns 40 minutos para fixar todo o equipamento, testar todo o percurso da queda e então, liberar para os amigos. Algo em torno de uns 30 metros de descida em corda, pisando por sobre a queda d´água. Uma experiência muito interessante e para alguns, emocionante mesmo.
 
Com extremo cuidado para não torcer um pé nas pedras, vai-se liberando o cabo para concluir o percurso com um mergulho no poço de baixo. Não estou informado se ainda é possível realizar. Procure um bom profissional e se aventure com segurança. Lembre-se de investigar se a trilha ainda é segura. Se cuide.
A série completa das fotos com mais resolução pode ser vista em
Cascading no Mendanha
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sábado, 9 de abril de 2005

Pedra da Tartaruga - Barra de Guaratiba - RJ


Fomos conhecer a trilha que leva até a Pedra da Tartaruga. Chegamos bem cedo a Barra de Guaratiba, para poder entrar com o carro, principalmente nos fins de semana, que após a lotação dos espaços, o acesso até a praia fica fechado a veículos. Nosso objetivo era conhecer a Pedra da Tartaruga e descer seus 45 metros na corda. A trilha, classificada como leve, leva uns 40 minutos, com belas vistas e ângulos únicos.
Em dado momento a percepção da forma da tartaruga é perfeita.
Chegando ao alto da pedra, tem-se a vista das praias do Perigoso, Meio, Canto, Grumari e Prainha. Respeitadas todas as regras de preservação do ambiente e aplicadas todas as formas de segurança e backup previstas (rapel não é brincadeira), descemos pela corda, apreciando a vista com o ângulo privilegiado. Já cansados de sol, aproveitamos o resto do dia na praia do Meio.
 
 
 

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sábado, 5 de fevereiro de 2005

Natal e João Pessoa 2005


Ficamos hospedados no Hotel do SESC em Ponta Negra. Não lembro mais das tarifas, mas na época eram muito boas. Serviços completos com ar, frigo e café da manhã.
Ponta Negra
Começamos por visitar o Forte dos Reis Magos, no fim da Praia do Forte.










No mesmo dia fomos conhecer o Parque Estadual Dunas de Natal, onde fizemos a trilha Ubaia-Doce, que segue por entre a vegetação de mata atlântica até encontrar as dunas, já próximo a praia. Por ser a primeira Unidade de Conservação Ambiental do R.N. e o segundo do do Brasil em tamanho, perdendo somente para a Floresta da Tijuca, merece ser melhor conhecido. Mais detalhes em http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_das_Dunas










Ainda no mesmo dia fomos passear na Praia da Redinha, onde aproveitamos para fazer belos cliques dos barcos atracados.










Dia seguinte nosso destino era o Cajueiro Gigante, Baía dos Golfinhos e Pipa. Como era de se esperar, ficamos impressionados com o tamanho do Cajueiro e de sua história. Chegamos a colher um Caju como lembrança.










Dali fomos no mirante da Baía dos Golfinhos. Nada vimos. Talvez uma sombra. Fomos então fazer o passeio de barco até a baía, para tentar o contato com os Golfinhos. Conseguimos. Vimos um solitário passeando por ali. Sorte nossa. Não era mesmo dia deles estarem por ali.
Viu a barbatana??










Fomos então curtir Pipa, sua praia e as interessantes formações rochosas que formam sua orla. Era hora de molhar o bico.
 
Dia seguinte, dedicado ao tradicional passeio de bugre a Genipabu, com parada no aerobunda, esquibunda, lagoa e encerramento em Muriú com seu mar azul e suas jangadas.. Fantástico este dia.
Aerobunda e Esquibunda
 
 
Dia seguinte, continuando nesta nossa difícil cruzada, fomos passar o dia na Lagoa de Arituba.
Reservamos outro dia para conhecer Barra do Punaú. Este lugar, para mim, figura entre um dos mais bonitos que já vi. Por seu conjunto e pelos detalhes. A estrutura de apoio ao turista é fantástica. Água de rio e de mar entre dunas, coqueiros, vento e sol. Só mesmo estando lá para entender. Melhor ver.
 
 
 
E Maracajaú? Na sequência, fomos mergulhar nas piscinas naturais, mar adentro. Cores do mar variando por todos os azuis e alguns verdes. Muitos peixes característicos de coral e muitos corais vivos, bem coloridos. A rotação de áreas para visitação garante a preservação do espaço, assim nos foi informado.










Dia seguinte fomos a Galinhos, 160 km de Natal. Outro lugar onde a água doce está a poucas dunas da água salgada. Praia semi-selvagem, muito bonita. A vila de Galinhos, território dos pescadores nativos, é a representação da tranqüilidade. Quer um taxi, chame a carroça.
 









Nossa última investida é João Pessoa, já na Paraíba. Reservamos um dia inteiro. Começamos pelo centro velho da cidade, com toda a sua história, prédios muito bem conservados, muito coloridos e arejados.










Estivemos no ponto extremo oriental das Américas. Ou seja, dá pra ir nadando que logo se chega a costa da África.
Fotos  pontal J.Pessoa
 
Fomos brindados com uma apresentação do Projeto de Proteção das Tartarugas de João Pessoa, que ocorre numa praia urbana. Significa dizer que as tartarugas retornam para desovar em local não protegido, por onde circulam pessoas e animais. A equipe do projeto cuida dia e noite dos ninhos, para garantir o máximo de filhotes retornando ao mar. Para isso conta com voluntários e moradores locais. Neste exato dia, muitos ninhos estavam programados para liberação de filhotes. Sorte nossa.
 









que tínhamos muita estrada pela frente, nada melhor que nos despedirmos de João Pessoa, derrubando algumas cervejas, comendo um peixe e assistindo ao por do sol, tendo como trilha sonora o bolero de Ravel executado em violino, que não pude gravar ao vivo.



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